terça-feira, 26 de fevereiro de 2013



Ao longo dos anos, a alimentação no mundo ocidental tem se modificado drasticamente. É fato que grande parte das desordens é de caráter nutricional, e há aquelas que acabam afetando a estética do indivíduo. Buscando citar algumas dessas desordens estéticas, destacam-se a acne, envelhecimento cutâneo, lipodistrofia ginoide, obesidade, queda de cabelo e a síndrome das unhas fracas como sendo as principais. O Nutricionista precisa estar atento a todas as condições físicas do paciente e propor um plano eficaz que vise à minimização dessas desordens estéticas e uma qualidade de vida adequada.
Os primeiros registros de associação de alimentação à saúde datam de cerca de 2500 anos atrás. "Que o teu alimento seja o teu remédio e que teu remédio seja o teu alimento" pregava o filósofo Hipócrates, pai da Medicina e pioneiro na utilização de alimentos no tratamento e prevenção de doenças. Com o passar dos anos, nosso organismo passa por diversas transformações. Para continuar com saúde e disposição, prevenindo e tratando as doenças e deficiências já instaladas, a alimentação é um ponto fundamental.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Palestra: Alimentação da Mulher Moderna, para destacar o dia internacional da Mulher 08 de Março



Para alertar as mulheres sobre os cuidados que precisam ter com a alimentação, vou realizar uma palestra gratuita aberta ao público no dia 08 de Março no Centro Vocacional Tecnológico de Campestre MG às 08:30h. A palestra, que faz parte do mês de comemoração do dia internacional da mulher,  vão ser abordado diversos temas relacionados a alimentação da mulher e cuidados que precisa ter para prevenir doenças e promover a saúde. Vamos abordar os mitos e verdades sobre os alimentos da moda, dar dicas sobre alimentação para quem pratica atividades físicas, sobre o que realmente funciona na dieta alimentar e muitos outros temas que são de interesse da mulher moderna, que trabalha fora, tem família para cuidar, mas não pode deixar a saúde de lado.

Conto com a presença de todas vocês!!!

Beijos

Desnutrição na infância pode provocar obesidade




Estudos mostram que a doença aumenta cada vez mais entre as populações de menor renda. Distúrbios orgânicos e má alimentação são alguns dos fatores responsáveis
O desnutrido de hoje poderá ser o obeso de amanhã. É o que dizem especialistas. Eles garantem que obesidade não é só doença de rico. Famílias de baixo poder aquisitivo estão expostas ao problema, que também é de natureza social e pode ter relação com a desnutrição na infância. De acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no período de julho de 2002 a junho de 2003, com o apoio do Ministério da Saúde, em adultos acima dos 20 anos, 38,6 milhões de brasileiros estão acima do peso. Desses, 10 milhões são obesos.

Para a coordenadora da Política Nacional de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Maria de Fátima Carvalho, o estudo é muito importante e não pode ser interpretado equivocadamente. "A pesquisa publicou dados sobre a população adulta. Esses dados trazem tendências de médias nacionais que podem encobrir diferenças importantes de gênero, raça e estado fisiológico. Essas tendências precisam ser investigadas", afirma Maria de Fátima.

A coordenadora destaca estatísticas do estudo que mostram que as mulheres mais pobres, em idade fértil, têm maior prevalência de desnutrição e, portanto, podem gerar crianças de baixo peso, com maior risco de morrer no primeiro ano de vida. Segundo ela, esse quadro indica que a desnutrição continua a ser problema no Brasil. Junto a isso, informações de pesquisas anteriores ainda revelam prevalência alta de desnutrição crônica em crianças menores de cinco anos, resultado de exposições freqüentes à fome e às doenças infantis desde o nascimento. 

A diminuição da desnutrição na idade adulta e o aumento do número de obesos é uma tendência no Brasil desde meados da década de 80 e caracteriza o que os especialistas chamam de transição nutricional.  "Isso é conseqüência do aumento da expectativa de vida, associado às mudanças nos padrões tecnológicos, culturais e sociais e no estilo de vida, mas não significa que o país resolveu o problema da fome", ressalta Maria de Fátima. "Em um domicílio onde moram obesos podem existir crianças desnutridas. É necessário acabar com a concepção de que o problema da obesidade é da classe rica. Hoje ela é um problema de todas as classes sociais", reforça.

Na opinião de Maria de Fátima, a coexistência entre obesidade e insegurança alimentar e nutricional em uma mesma família desperta perguntas sobre a associação entre fome e excesso de peso. "Como explicar que indivíduos que não possuem dinheiro necessário para a alimentação podem apresentar excesso de peso?", questiona a coordenadora.  Maria de Fátima lembra que em outros países estudos demonstraram essa relação e apontaram que entre as mulheres altas taxas de obesidade associam-se à desnutrição, à pobreza e ao baixo nível de escolaridade. "No Brasil ainda não temos estudos que expliquem com clareza esse paradoxo. Precisamos desses estudos para compreender essa situação e assegurar intervenções governamentais que incluam a prevenção e o declínio da obesidade".

A opinião de Maria de Fátima é compartilhada pelo coordenador do Comitê Permanente de Nutrição das Organizações das Nações Unidas (ONU) no Brasil, Flavio Valente. "Não podemos tratar a obesidade como um problema individual e sim como uma questão de preocupação pública", afirma. Valente também encara a pesquisa do IBGE como um alerta às conseqüências da fome. "A pesquisa não trouxe novidades positivas como muitos alardearam. Hoje cerca de 40% das mulheres em idade fértil sofrem de anemia" explica. Flávio Valente lembra que o combate à desnutrição infantil começa desde que a criança está na barriga da mãe. Por isso, as mulheres necessitam da atenção especial. Estudos científicos demonstram que a criança que sofre de desnutrição, desde o ventre até os dois anos, têm o seu metabolismo afetado. Essa disfunção faz com que no futuro essa criança tenha tendência a desenvolver a obesidade.

Obesidade e desnutriçãoObesidade: hábitos e custos - Além de distúrbios orgânicos, outros fatores apontados pela coordenadora da Política Nacional de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde podem explicar as tendências, como as mudanças no padrão alimentar e de no estilo de vida. Para famílias de baixo poder aquisitivo, o custo de compra de alimentos de baixa qualidade nutricional e elevada densidade energética - encontrados a preços mais acessíveis em supermercados, lanchonetes e bares - se torna a opção possível. Isso dificulta a aquisição de produtos mais saudáveis, como verduras, frutas, legumes e carnes magras, que têm custo relativamente mais alto. Com a falta de tempo, dinheiro e informação adequada, as pessoas trocam pratos saudáveis por refrigerantes ricos em açúcar, alimentos industrializados, sanduíches e salgados. "Hoje o consumo de açúcar do brasileiro é muito maior do que deveria. Assim também é o consumo de outros alimentos com alto teor de gorduras", alerta Maria de Fátima. Nesse caso, segundo a coordenadora da Política Nacional de Alimentação e Nutrição do ministério, ricos e pobres são afetados.

Vale sempre lembrar que ser obeso ou acima do peso significa a exposição a uma série de problemas de saúde. Pessoas obesas sobrecarregam a coluna e os membros inferiores. A longo prazo, elas tendem a apresentar degenerações (artroses) de articulações da coluna, quadril, joelhos e tornozelos. Os obesos também encontram-se mais vulneráveis a uma série de doenças ou distúrbios, como hipertensão, alguns tipos de câncer, diabetes e doenças cardiovasculares.

Verduras, legumes e frutas diminuem riscos De acordo com Flávio Valente, da ONU, o fortalecimento de uma política que minimize o problema da obesidade passa por um trabalho de combate e prevenção à desnutrição infantil, pela educação alimentar, com o objetivo de trazer de volta ao cardápio dos brasileiros gêneros alimentícios mais saudáveis, como o feijão e o arroz, e pelo estímulo à prática de atividades físicas.

Para o coordenador do Comitê Permanente de Nutrição da ONU, programas de transferência de renda como o Bolsa Família, do Governo Federal, o fortalecimento da agricultura familiar e a regulamentação da distribuição de merendas são estratégias fundamentais para que se estimule uma mudança de hábitos e se combata a desnutrição. "Também precisamos de mais investimento no acompanhamento da gravidez das mulheres de camadas mais pobres da sociedade", explica.

Segundo a coordenadora da Política Nacional de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Maria de Fátima Carvalho, desde 1999 o governo vem dando enfoque maior à questão da alimentação e nutrição, e, nos últimos dois anos, tem discutido e promovido uma série de ações no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e entre os diversos setores do Poder Executivo.

Mais recentemente, esse trabalho vem buscando adequar diretrizes definidas junto à Organização Mundial de Saúde (OMS) e obedece a três eixos estratégicos de atuação. O primeiro é o incentivo ao consumo de verduras, legumes e frutas, como elemento da alimentação saudável, pois esses grupos de alimentos diminuem os riscos de se adquirir doenças crônicas não transmissíveis, entre elas a obesidade, se consumidos de forma regular e em quantidades adequadas. O segundo é utilizar a escola como espaço de promoção da alimentação saudável.  O terceiro são ações regulatórias para a publicidade de alimentos infantis e para a comercialização de alimentos nas escolas.

Nesse sentido, o Ministério da Saúde já obteve sucesso com a Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre Rotulagem Nutricional Obrigatória. A resolução exige da indústria de alimentos que todas as informações nutricionais sejam impressas nas embalagens dos produtos colocados à venda, o que facilita a seleção de alimentos mais saudáveis.

O ministério também investe na obtenção de mais dados que possam otimizar os trabalhos. Está em curso a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde de mulheres e crianças menores de 5 anos, que disponibilizará informações sobre o estado nutricional destes grupos populacionais. A pesquisa será fundamental para a prevenção e controle da desnutrição, da obesidade e da anemia por carência de ferro e de hipovitamonose A entre mulheres e crianças com menos de 5 anos.

Nos últimos dois anos, O Ministério da Saúde disponibiliza uma série de publicações para os profissionais de saúde sobre abordagem da alimentação saudável em todas as fases da vida.   Entre elas destacam-se o Guia Alimentar para Crianças Menores de 2 anos e o Guia Alimentar para População Brasileira Maior de 2 anos, que está em fase de consolidação. Os dois guias são instrumentos fundamentais para a promoção da alimentação saudável.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Obesidade no Brasil

Os hábitos alimentares dos brasileiros mudaram, contribuindo para o aumento da obesidade

No Brasil, não há regiões e nem classes econômicas que fuja do excesso de peso e obesidade de sua população, mas é certo de que em algumas localidades geográficas esse problema seja mais crônico. A Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), no ano de 2008-2009, realizada pelo IBGE em parceria com o Ministério da Saúde, veio constatar tal fato, apontando que 40% da população brasileira está acima do peso.
Um dado preocupante é que entre crianças de 5 a 9 anos essa porcentagem também é alta. O IBGE revela que 36,6% das crianças brasileiras estão acima do peso. Os índices de obesidade também estão num patamar elevado, crescendo muito nos últimos 35 anos. Em 1974, apenas 1,4% das crianças eram obesas, saltando para 16,6% em 2009. Verificou-se, ainda, o seguinte padrão: há mais crianças obesas nas localidades urbanas e na região sudeste do Brasil.
Em relação à população adolescente, os índices de excesso de peso e obesidade também cresceram, porém em ritmo mais lento. Se em 1974, 0,4% eram obesos, em 2009 essa porcentagem subiu para 5,9%. Verificou-se uma predominância de obesidade nos adolescentes com maior poder aquisitivo, havendo uma distribuição espacial dessas pessoas semelhante em todas as regiões brasileiras. Constatou-se, ainda, que o sobrepeso aumentou mais entre os adolescentes do sexo masculino do que do feminino.
Na população adulta, os dados são ainda mais alarmantes. Segundo a POF, aproximadamente 50% dos brasileiros estão acima do peso. Destes, cerca de 15% são obesos. Mais uma vez, averiguou-se que maior parte dessas pessoas são de uma classe econômica mais elevada, localizadas nos centros urbanos, principalmente nas regiões sudeste e sul do Brasil.
Portanto, os dados nos revelam três padrões básicos das pessoas que estão acima do peso:
1) quanto maior o poder de renda das pessoas, mais elas tendem a ficar acima do peso;
2) Estão localizadas, sua grande maioria, nas cidades, nos centros urbanos.
3) A distribuição espacial dessas pessoas está nas regiões Sudeste e Sul, justamente as regiões geográficas com maior poder de renda da população e com elevadas taxas de urbanização.

Por Régis Rodrigues
Graduado em Geografia

 

Importância da Suplementação Nutricional

Bom dia pessoal!!!

Dando uns clicks por aí... encontrei alguns comentários interessantes falando sobre suplementação e gostaria de dividir com vocês:
       Segundo o médico Dr.Adolfo Duarte, especializado em Medicina Ortomolecular, a rotina da vida atual demanda a suplementação alimentar diária. “Algumas funções do nosso organismo ficam deficientes com o tipo de vida que levamos atualmente, o que nos leva a buscar outras formas de atingirmos as quantidades ideais de nutrientes. É isso que os suplementos oferecem”, defende Duarte. “Precisamos levar em conta, inclusive, que com as mudanças de clima, solo, cultivo ocorridas ao longo dos anos, talvez os alimentos já não levem os nutrientes originais”, completa.
      Sim a suplementação nutricional pode ser ainda feita através da Fitoterapia. Os fitoterápicos contribuem para a redução do uso dos medicamentos alopáticos ou podem atuar de forma conjunta, aumentando a eficácia do tratamento. A Fitoterapia alia-se à nutrição funcional para o tratamento das diversas disfunções orgânicas e o restabelecimento da saúde. Mas atenção pessoal!!! "OS SUPLEMENTOS FITOTERÁPICOS SOMENTE DEVEM SER USADOS COM INDICAÇÃO MÉDICA OU DE UM NUTRICIONISTA." OK????

Espero ter contribuído um pouquinho com os conhecimentos de vocês!

Beijos




 
http://www.aformulabr.com.br/site/tw/index.php/artigo/ler/5
 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Sanduíche light de atum: Aproveite o sabor e os benefícios desse peixe


Ingredientes do Patê:

2 colheres (sopa) de milho
1 lata de atum em água escorrida
1 colher (sopa) de maionese light
sal, pimenta-do-reino e colorau a gosto
2 colheres (sopa) de cheiro verde picado

Ingredientes do Recheio:

2 pães sírios
4 folhas de alface lavadas e escorridas
1/2 cenoura descascada e ralada
1/2 beterraba descascada e ralada
1 cebola em rodelas
1 tomate em rodelas

Modo de Preparo:


Misture todos os ingredientes do patê. Corte o pão sírio ao meio e espalhe metade do patê sobre ele. Depois faça camadas com os outros ingredientes na seguinte ordem: cenoura, alface, cebola e por último o tomate. Cubra com a outra metade do pão. Faça o mesmo para o outro pão. Sirva frio ou em temperatura ambiente

http://www.minhavida.com.br/alimentacao/materias/102-sanduiche-light-de-atum

Meu futuro será magro e saudável!!!